O sistema "Pedro 1.0" deu erro fatal.
Motivo: Sobrecarga de pequenos erros em várias áreas fulcrais do sistema.
Por favor reinicie o computador.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
sábado, 6 de dezembro de 2008
Empurrado
Até para comentar preciso de incentivo...Não que seja algo de relevante.
Simplesmente sinto (entender-me-às tu)
não consigo sequer dizer nada que faça evoluir
Falta poder, falta querer, falta sonhar
Mas eu quero querer, poder, sonhar...demais
Posso?
Simplesmente sinto (entender-me-às tu)
não consigo sequer dizer nada que faça evoluir
Falta poder, falta querer, falta sonhar
Mas eu quero querer, poder, sonhar...demais
Posso?
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Apontamento
A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.
Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.
Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?
Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmos, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.
Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.
Álvaro de Campos
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.
Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.
Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?
Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmos, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.
Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.
Álvaro de Campos
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Plágio
Até o nome deste blog foi "inspirado" directamente de um outro muito parecido (mas com melhor qualidade).
Para que se veja o tamanho da inspiração.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Fazendo de conta
Fingir que acredito que alguém lê,
Fingir que sei alguma coisa;
Fingir que sei escrever.
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